"Uma das coisas que não mudaram foi a prioridade, protegeremos primeiro nossa casa, depois nossos militares e nossos aliados", disse James Cartwright, vice-presidente da Joint Chiefs of Staff, comissão que reúne os mais graduados das Forças Armadas americanas, durante a coletiva em que o governo dos EUA anunciou o "novo" plano antimísseis para a Europa.
Será que Cartwright quis dizer que a Europa é dos EUA. Quem serão os aliados? Tudo isso por causa do Irã? Antes, pelo menos, existia uma União Soviética, gigante e potente.
A divulgação do plano mostra que Barack Obama não conseguiu/quis infiltrar suas ideias e profissionais na política externa e bélica norte-americana.
Robert Gates, atual Secretário de Defesa, trabalhou com Bush Junior e suas políticas de ataque preventivo.
Obama estava lá e mostrou que as mudanças, pelo menos na questão militar, não passam da página três. "O plano é sustentado no compromisso dos Estados Unidos de defender os americanos e os aliados da Otan da ameaça de mísseis balísticos. Um ataque a um é um ataque a todos", disse Obama, em discurso de filme hollywoodiano....tipo Guerras nas Estrelas, né.
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quinta-feira, 17 de setembro de 2009
quinta-feira, 19 de junho de 2008
Papo aberto?
por Vilauba Herrera
A União Européia decidiu acabar com as sanções impostas a Cuba desde 2003. A entidade afirmou que pretende inicar um diálogo "global e aberto" com a nação da América Central.
Mesmo assim, só poderemos saber se algo realmente irá acontecer, daqui uma ano, pois os governantes europeus exigiram uma " avaliação dos resultados da reaproximação européia a Cuba nos campos político e de direitos humanos."
Sou completamente favorável ao bate papo, conversa, cooperação entre países. Mas a pulga fica atrás da orelha quando as palavras "aberto e global" entram na história. Pois são as palavras mais utilizadas pelos democratas do capitalismo, com suas mega empresas de capital aberto que impulsionam e são impulsionadas pela tal da global...ização, essa que abre cada vez mais, o abismo entre os poucos ricos e os muitos pobres.
Não sei se pela minha ingenuidade, ou asco pela politica estadunidense (é isso ai), ainda acho que o rendez-vous pode trazer bons frutos. Raul Castro espera isso também. Fidel idem.
Espero que nesse ano de avaliações, o assunto Guantânamo esteja em pauta.
Já que é um diálogo aberto e global.
A União Européia decidiu acabar com as sanções impostas a Cuba desde 2003. A entidade afirmou que pretende inicar um diálogo "global e aberto" com a nação da América Central.
Mesmo assim, só poderemos saber se algo realmente irá acontecer, daqui uma ano, pois os governantes europeus exigiram uma " avaliação dos resultados da reaproximação européia a Cuba nos campos político e de direitos humanos."
Sou completamente favorável ao bate papo, conversa, cooperação entre países. Mas a pulga fica atrás da orelha quando as palavras "aberto e global" entram na história. Pois são as palavras mais utilizadas pelos democratas do capitalismo, com suas mega empresas de capital aberto que impulsionam e são impulsionadas pela tal da global...ização, essa que abre cada vez mais, o abismo entre os poucos ricos e os muitos pobres.
Não sei se pela minha ingenuidade, ou asco pela politica estadunidense (é isso ai), ainda acho que o rendez-vous pode trazer bons frutos. Raul Castro espera isso também. Fidel idem.
Espero que nesse ano de avaliações, o assunto Guantânamo esteja em pauta.
Já que é um diálogo aberto e global.
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