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sábado, 16 de maio de 2009

Garoinha chata

Confesso que não botava fé nas Marchas da Maconha realizadas pelo país. As que não foram proibidas pela censura milico-católica-fascista ainda existente. Achei que com a proibição do evento em São Paulo, tudo acabaria em uma frustrada pizzonha.
Erro crasso, quanta arrogância de minha parte. Apesar da fraca divulgação dos atos pela grande mídia, que ainda vive (e gosta) da censura milico-católica-fascista, a internet mostrou que a Marcha está ganhando cada vez mais adeptos. Os maconheiros, médio maconheiros, não maconheiros com bom senso, estão saindo da toca. E têm que sair mesmo(É isso memo!!)
Aprova disso foi Sérgio Carvalho que me mostrou aqui.
Me impressionou a variedade de pessoas, animadas pela Orquestra Vegetal, que embalou a passeata pela orla carioca.

Acho que falta mesmo maresia ao povo paulistano. Muita garoa atrapalha.

sábado, 3 de maio de 2008

Marcha ré




por Vilauba Herrera



Conseguiram. Os cardeais dos bons costumes e defensores da tradição, família e ...ops, proibiram a realização da Marcha da Maconha.



A manifestação que ocorre em diversas cidades do planeta, entre hoje e amanhã, não poderá ser feita em diversas cidades brasileiras, entre elas, São Paulo, a nave-mãe, e Curitiba, a cidade-modelo. No Brasil democrático, próspero e moderno de Lula, está proibida a manifestação e qualquer tipo de discussão sobre o tema.



"A Polícia Militar do Estado de São Paulo esclarece que por decisão do Desembargador Ricardo Tucunduva, acatando mandado de segurança impetrado pelo Ministério Público, fica proibido o movimento "Marcha para a Maconha" Programada para o dia 04 de maio de 2008 às 14h00, no Parque do Ibirapuera.
Em decorrência da decisão, a Polícia Militar solicita ampla divulgação dos órgãos de imprensa, para que as pessoas que tencionavam participar da marcha evitem o local", diz o comunicado da progressista e humana Polícia Militar de São Paulo.



Enquanto isso, em Montevidéu, capital do "agrário" Uruguai, de Tabaré Vázquez, "aderiu à iniciativa e discutirá o tema, com o evento sendo animado por grupos musicais e uma grande feira de artesanato", avisa Wálter Fanganiello Maierovitch, Juiz aposentado e articulista da Revista Carta Capital.


E no longínquo Canadá, a marcha aconteceu tranquilamente. Assassinos não assassinaram, os monstros não apareceram e a bolsa de valores não foi afetada.
foto: Reuters