Hoje, 24/3, a democracia faz festa. A comemoração será na área esportiva. Na itália, o Milan, time de Kaká, Ronaldinho Gaúcho, Pato, Beckham, celebra os 23 anos de mandato do presidente Silvio Berlusconi, também premiê italiano.
A data inspirou-me a lembrar de outros grandes homens, democráticos e tão preocupados com o esporte.
No Brasil, vamos lembrar de Ricardo Teixeira, presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) desde 16 de janeiro de 1989. 20 aninhos roendo o osso. Parabéns!!!!
No comando do Basquete canarinho, que não vai à Olimpíada desde 1996 (masculino), está Gerasime Grego Bozikis, que antes de mais nada é grego mesmo. Azarado ele, né. Mas o cara assumiu em 1997 e está ai até hoje. Será que só sai quando a seleção voltar aos Jogos?
Inclusive, hoje, terça-feira, dia 24 março, foi divulgado que o homem assumiu a presidência da Associação de Basquete Sul-Americana (ABASU) para o período de 2009 a 2013. Se cuida, Argentina!!!!
Nos Desportos Aquáticos, Coaracy Nunes Filho é o mandatário desde 1988. Este ano, ele levou novamente e se tudo der certo (para ele), ficará até 2012, só deve abandonar (????) em Londres.
E para finalizar esse texto em nome da democracia, lembro da Confederação Brasileira de Voleibol. A entidade, que foi fundada em 1954, teve até hoje, seis presidentes, dos quais, quatro presidiram entre 1955 e 1975. Foi quando entrou em cena o ex-jogador Carlos Arthur Nuzman, que assumiu em épocas em que a liberdade era "um pouco" sufocada pela ditaDURA.
Aprendiz de sua época, Nuzman, democraticamente, controlou a CBV por longos 22 anos, até que em 1997, trocou de função. Não, não, trocou de escritório. Passou a tomar conta do COB (Comitê Olímpico Brasileiro), cargo que ocupa até hoje.
Em seu lugar, no vôlei, entrou Ary Graça, senhor que comanda até hoje segundo esporte mais jogado no Brasil sil sil il il...
A democracia agradece.
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terça-feira, 24 de março de 2009
quarta-feira, 18 de junho de 2008
Vitória
por Vilauba Herrera


Fazia tempo, 22 temporadas. Durante anos, torci para times que sequer ganhavam 20 partidas por temporada, equipes lideradas por meu jogador predileto, o armador Dee Brown, time que ainda tinha Parish, contemporâneo dos tempos áureos de Larry Bird e cia e ultrapassou os 40, dentro das quadras. Ainda assisti o veterano Dominique Wilkins, em final de carreira, comandar o time eliminado pelo Orlando Magic de Shaq, nos playoffs de 1995. Após tanto sofrimento, a fila acabou.
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